sábado, 10 de maio de 2025

É assim que o corno fantasia ver a sua amada em frente de um macho.






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sexta-feira, 9 de maio de 2025

Quarto n° 2 - O Check out -.

 O dia já estava claro, acordei sentindo a respiração de Fernanda. Ela já estava acordada e me observava e expressava felicidade. Perguntei se ela tinha tido bons sonhos e ela respondeu que sim e queria torna-los realidade naquele momento e me convidou para um banho. O dia estava claro e o calor já se fazia presente, fomos para o banheiro com Fernanda segurando o meu pau.

Melhor que começar o dia com um banho é começar o dia com uma mulher sedenta para transar. Entramos debaixo do chuveiro e sentimos a água morna escorrer pelos nossos corpos, Fernanda começou a me acariciar, eu não resisto a carícias, meu tesão que já era enorme foi ao limite com a sua língua passando pelo meu peito e brincando com os meus mamilos. Com uma das mãos ela segurava o meu pau duro com força. Foi deslizando a sua língua em zigue zague até chegar às minhas bolas, não se demorou, preferiu deslizar a sua língua até a cabeça do meu pau e engolir ele até onde pode e começou a mamar, com as mãos continuou me acariciando e seguiu até se saciar daquele pau delicioso que ela tinha a sua disposição.

Eu não poderia deixar de retribuir um bom dia desse, comecei mordiscando as suas orelhas escorri minha língua pelo seu pescoço, passava a língua e chupava, desci com a língua deslizando até os seus seios, contornava um e outro beijando e com a ponta da minha língua passava de um lado e outro pelos mamilos. Sentia as umas de Fernanda se agarrando aos meus ombros e elas eram o meu indicador para que intensificar ou relaxar a intensidade da minha língua. Queria sentir a sua bucetinha em minha boca, fui escorrendo minha língua ora por um lado ora pelo outro lado do seu corpo. Pelas curvas fui descendo, até chegar aos grandes e pequenos lábios e ao seu clítoris. Assim como nos seus seios, beijava e passava a ponta da língua. Senti as suas unhas em volta do meu pescoço agarrando, puxando com mais e menos força. Degustei a sua bucetinha como a melhor iguaria do dia, afinal literalmente era.


Virei Fernanda de costas abri levemente suas pernas, coloquei meu pau entre elas e fiquei roçando a sua bucetinha com a cabeça. Ela de maneira safada rebolava e por vezes sentia a cabeça na porta da sua bucetinha e pedia para eu fodê-la. Não queríamos nos demorar no banho, fomos para o quarto. Fernanda pegou um dos travesseiros, colocou no meio da cama, se deitou de barriga por cima do travesseiro, abriu as pernas e com a bunda empinada me ordenou de forma provocativa – Me fode seu safado! –.

Uma ordem naquele tom jamais seria desobedecida por mim, e não foi. Me posicionei por trás de Fernanda, com minhas mãos comecei a acariciar as suas coxas e com minha boca comecei a beijar sua bunda e escorregar minha língua e lábios para o seu rabinho. Chupei gostoso aquele cuzinho, ela só ela se contorcia e gemia. Coloquei uma camisinha, o meu pau na portinha da sua bucetinha e perguntei o que que ela queria? Ela respondeu – Quero que você me fode seu safado! –. Fui penetrando devagar para sentir todo o tesão dela e ela sentir a minha vara pulsando e preenchendo a sua bucetinha deliciosa. Coloquei toda a minha vara até o fundo daquela bucetinha gulosa, comecei fodendo devagar e fui mudando de ritmo. Fernanda forçava para sentir a minha vara socada o mais fundo que podia, gemia e repetia a frase de forma provocativa, estava com vontade de devorar minha vara com a sua bucetinha sedenta. Encontramos a sincronia perfeita e ficamos fodendo gostoso mais rápido, mais devagar, com mais força ou só sentindo o pau de a buceta deslizar.

Queríamos sentir um ao outro em outras das posições, a continuação foi com ela deitada de costas com as suas pernas nos meus ombros. Olhando nos olhos um dos outros encontramos o nosso ritmo, mais perfeito não poderia existir ficamos fodendo assim. Senti o meu tesão aumentando junto com a vontade de gozar, tínhamos muito mais pela frente então segurei o gozo para outro momento e demos uma relaxada enquanto trocávamos de posição, ela queria me cavalgar.

Fernanda passou uma perna por cima de mim e se preparou para montar. Segurei a minha vara e fui pincelando a sua bucetinha, de repente ela montou de uma vez, socou toda a minha vara na sua bucetinha. Senti os seus seios quentes colando no meu peito, nos beijamos eu acariciando as costas e o rabo dela. Me concentrei em fazer minha vara pulsar gostoso dentro dela, em troca, com sua bucetinha, ela devorava o meu pau. Delicia sentir uma gostosa fodendo como ela quer. Fernanda se apoiou no meu peito com as mãos e começou a socar a buceta no meu pau, rebolava só a raba e ia socando. Comecei a acariciar os seus seios com as pontas dos meus dedos, era um tesão enorme sentir Fernanda totalmente entregue ao prazer, ela balançava a cabeça de um lado para o outro com os olhos revirados, seus cabelos passavam de um lado para outro sobre o meu peito.

Um ruído, repentinamente, tirou nossa concentração, sem que percebêssemos Flávio havia entrado no quarto e nos assistia, tocando uma punheta. Fernanda quando notou a presença do seu marido incorporou a sua sarcacidade, começou a tirar da sua buceta e colocar quase toda minha vara, virava a sua cabeça encarava Flávio e começou a perguntar se ele estava com saudade da esposinha dele, se ele tinha sentido a falta dela naquela noite, se tinha tido muitos sonhos, se estava gostando do que estava vendo, se gostava de ver ela fodendo daquele jeito, se não estava com ciúmes, se queria ver ela gozando no meu pau, se ele gostava de ver outro macho fodendo a esposinha dele...

Com cada uma das respostas Fernanda se mostrava mais safada e mais excitada. Eu provocava dizendo para ela foder gostoso para o corninho dela ver, para sentir o meu pau grosso pulsando dentro da bucetinha dela, para ela ser bem safada e se divertir na minha vara. Fernanda anunciou ao corninho que iria gozar na vara do macho safado para ele ver. Estava tão excitada que começou a tremer e simplesmente deixou o seu corpo cair sobre o meu. Eu a segurei firme pela cintura e senti minhas pernas em contrações, comecei a gozar, o momento pareceu infinito, sentia a cabeça do meu pau sensível e um êxtase sem fim. Fernanda continuou sobre o meu corpo, com o meu pau dentro da bucetinha dela. A nossa sensação de felicidade e satisfação era imensa.

Seguimos em um descanso, estávamos precisando recuperar energias, pois não estávamos satisfeitos. Cochichei no ouvido dela que eu queria comê-la de 4 e também o seu cuzinho, ela disse que adoraria, mas não conseguiria naquele momento, estava ainda fora de si. Disse para Flávio que o comedor safado ia, de novo, comer o cuzinho dela. Com o pau na mão e tocando uma punheta Flávio disse que queria muito continuar assistindo o comedor e ela fodendo mais uma vez, pois imaginava que havia perdido grande parte das cenas daquela manhã.

Na sequência Flávio disse que já tinha organizado quase toda a bagagem deles, perguntou se poderia deixa-las no meu quarto após o check out, sugeriu irmos tomar café da manhã por perto e depois irmos à praia passar um tempo, pois o voo deles estava marcado para 16:45h. Assenti que sim que ficassem a vontade que que poderiam usar o quarto como quisessem, para banho inclusive.

Entre um assunto e outro o tempo para recompormos as energias se passou, Fernanda e eu nos acariciávamos e já sentíamos novamente o tesão a flor da pele. Flávio se mostrava na expectativa para o que viria pela frente. Fernanda pediu para eu colocar um preservativo, se posicionou de 4, deu uma olhada safada para o seu corninho e perguntou se ele estava pronto. Flávio só balançou a cabeça sorrindo e com os olhos brilhando incentivou a sua amada a meter gostoso.

Fernanda segurou minha vara e a conduziu para sua bucetinha, enfiei a até a metade, ela demonstrou satisfação em mais uma vez estar sendo preenchida, enfiei o que restava, com as mãos segurei a sua cintura e fui socando devagar, ela socava sua buceta de volta. Fomos alternando o ritmo com Flávio nos assistindo de perto. Fernanda socava sua buceta e rebolava, a segurei pelos cabelos e seguimos fodendo ora eu a segurando, ora só a vara deslizando buceta adentro. Comecei a deslizar um dos meus dedos e estimular o seu anelzinho, ela, com olhar safado balançava a cabeça em sinal que queria ser preenchida pelo cuzinho. Tirei meu pau da sua buceta e comecei a passar a cabeça de cima para baixo e vice-versa do seu cuzinho. Cada vez que ele passava pelo seu cuzinho ela jogava o corpo um pouquinho para trás para sentir a pressão dele. Flávio estava na punheta desde o início que agora mais atento para não perder este momento. Segurei meu pau e a deixei vir com o seu rabo engolindo o meu pau pelo cuzinho. Não tivemos pressa, ele penetrava, deslizando lentamente e ela empurrando cada vez mais o seu rabo, assim foi até ela sentir ele todo enterrado dentro do seu cuzinho.

Com tudo dentro e com a nossa sincronia ela foi ficando mais relaxada, eu socava com mais força, ela empurrava a bunda com força, eu sentia Fernanda pressionando o meu pau, eu bombava com vontade. Para provocar Flávio ela começou a dizer para ele como estava sentindo o meu pau, dizia que era grosso, tarado, grande, duro, que fodia gostoso, perguntou se ele estava feliz em vê-la naquela vara, se era assim que ela queria a vê-la... A cada provocação dela a ele eu fodia com mais vontade, meu tesão era tanto que eu tinha que diminuir o ritmo para conseguir sentir ela gozando pelo cuzinho antes de eu gozar. Fernanda desfrutando aquele momento e minha vara da melhor forma que poderia já estava em outra dimensão, não demorou para ela gozar deliciosamente. Segurando o seu quadril segui socando minha vara no naquele cuzinho com Fernanda já toda molinha. Sentia aquele cuzinho bem relaxadinho com meu pau indo bem fundo, fui conduzindo no meu ritmo, disse a ela que iria gozar, ela fez um último esforço para se recompor, mas já estava sem forças suficientes. Senti meu gozo vindo e a segurei pelo quadril junto a mim para meu pau pulsar bem fundo no cuzinho de Fernanda e expelir a minha porra. Deitei por cima de Fernanda a beijei como que em agradecimento por me proporcionar aquele momento delicioso. Ela se mostrava satisfeita e Flávio encantado e feliz elogiou a sua amada apaixonadamente.

Relaxamos um pouco e eles foram para o quarto deles tomar banho, terminar de arrumar a bagagem. Eu fui feliz tomar banho me contentando com o fim daquela aventura inesperada. Fizeram o check out, deixaram a bagagem no meu quarto e seguimos para o que aquela hora já era um brunch, estávamos famintos. Saciamos nossa fome com calma e ainda sobrou um tempo para a despedida deles na Pedra do Arpoador com o sol sobre nossas cabeças e a brisa que soprava. Contemplando a vista conversamos sobre a oportunidade de termos nos encontrado e realizado aquela fantasia dele. Disseram que curtiram muito todos os momentos e que gostariam que nos encontrássemos novamente para mais uma aventura.

A conversa ia bem, porém o tempo passou rápido, se aproximava a hora de eles partirem, perguntei se eles gostariam de tomar um banho antes de irem para o aeroporto. Chegaram à conclusão de que seria uma boa ideia. Voltamos para o apartamento e sem se demorar eles seguiram para o banheiro, com banho tomado guardaram o que tinham usado e se apressaram para chamar um Uber.

Eu os acompanhei até a calçada do prédio, nos despedimos de forma calorosa, ansiosos por um próximo encontro. No dia seguinte foi a minha vez de partir. Eu sigo indo ao Rio com a mesma frequência e nós seguimos mantendo contato, em breve eu pretendo ir a BH. Fato é que bons momentos não vão faltar por lá.

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quinta-feira, 8 de maio de 2025

Fez poses e curtiu a vara.




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quarta-feira, 7 de maio de 2025

De 4 é sempre mais gostoso.





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terça-feira, 6 de maio de 2025

Pronta para realizar o sonho do corno, fuder na vara de outro macho.





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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Videoaula de como preparar um milkshake em menos de um minuto.

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domingo, 4 de maio de 2025

Ela só mamou!

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sábado, 3 de maio de 2025

Do jeito que o corno queria, só esperando o macho para se divertir.





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sexta-feira, 2 de maio de 2025

Quarto n° 2 – O check in -.

 Nem “discutimos” para qual quarto iríamos. Entramos no apartamento eu já com a chave da minha suíte na mão. Destranquei a porta e puxei Fernanda para o banheiro, com a mesma intensidade que fiz inúmeras vezes na trilha. Entramos no box arrancando a roupa um do outro e nos pegando aos beijos. Em uma fração de segundo estávamos, nós dois, sem nenhuma peça, em um delicioso beijo e deslizando as mãos pelos contornos um do outro. Senti o corpo de Fernanda quente, excitado e tenso, mas o tesão dominava qualquer sentimento de culpa que eventualmente estivesse passando pela cabeça dela naquele momento, a eventual sensação de estar cometendo um pecado parecia excitá-la ainda mais. Liguei o chuveiro e ajustei uma água morna para tirarmos a areia dos nossos corpos. Só neste momento nos demos conta de que Flávio havia fechado a porta da suíte e estava ali, nos observando, com o pau na mão, tocando um punheta. Ao notar ele por ali Fernanda avançou sobre o meu corpo chupando meu pescoço, meus mamilos, segurando firme o meu pau duro e começou a me punhetar no mesmo ritmo que Flavio batia a sua punheta. Ela olhava nos olhos dele, me chupava com intensidade, degustando o meu corpo com a sua língua, seus lábios, suas mãos, com seu corpo colado ao meu. Ela sorria para ele e ele retribuía o sorriso, era o momento de cumplicidade deles, sem trocarem uma palavra, só os seus corpos, em linguagem não verbal e olhos “conversavam”. Estavam tornando a fantasia compartilhada inúmeras vezes em uma aventura real.

Entrei em sintonia com eles, entreguei o meu corpo para o prazer e satisfação de Fernanda. Ela, suavemente beijou a cabeça do meu pau, abocanhou, foi deslizando seus lábios lentamente até sentir ele todinho em sua boca, voltou passando a língua por ele todo, circulou várias vezes em volta da cabeça, com a ponta da sua língua saboreou a baba que saia dele, fez tudo isso ora me olhando e sentindo o tesão que estava me proporcionando, ora olhando para Flávio e se exibindo para ele como se ele fosse um estranho. Cada passada de língua ou engolida no meu pau era como se pedisse a sua aprovação, para saber se ela estava fazendo exatamente como eles haviam fantasiado e conversado durante os seus pillow’s talks. Flávio dava a sua aprovação como um autêntico voyeur, olhando para a boca dela e se punhetando, quem sabe imaginando estar no lugar dela. Algum tempo se passou e Flávio como um expectador fiel e atento a cada movimento que Fernanda fazia não se conteve, intensificou o ritmo da sua punheta, começou a urrar e a gozar olhando para a sua amada como que agradecendo por aquele momento. Fernanda tirou a minha vara de sua boca, olhou para o seu mansinho e perguntou se ele tinha gostado do começo do filme, ele só sorriu. No mesmo ritmo ela seguiu chupando meu pau, minhas bolas, me punhetando, queria dar prazer ao seu novo macho, não tinha pressa, só queria degustar aquela vara de todas as maneiras que lhe viessem à cabeça, sem moderação, sem pudor, sem tabus, sem vergonha.

Eu estava cheio de tesão, porém não queria rechear a boquinha dela com a minha porra, não ali naquele momento, no banheiro. Era só o começo da nossa foda e eu queria sentir muito mais tesão transando com ela. Segurei Fernanda pelo cabelo e fui trazendo aquela língua e boca deliciosa para minha barriga, meu peito, minha boca. A segurei firme e com a minha língua e minha boca fui explorando seu corpo, a essa altura sentia ela relaxada e totalmente desejosa de sentir prazer, sem nenhuma culpa. Passei minha língua pelo seu pescoço, orelha, mamilos, barriga e fui descendo em direção a sua bucetinha que estava totalmente encharcada. Peguei a sua perna direita e passei por cima do meu ombro assim eu conseguia ficar ainda mais perto daquela bucetinha deliciosa.


Em diferentes intensidades passei minha língua pelo lado de dentro de suas coxas, beijei e chupei, fui subindo em direção aos grandes lábios, sentia sua bucetinha inchada na minha língua, senti Fernanda com o seu corpo amolecido, chupei os seus pequenos lábios, circulando para um lado e para o lado contrário em diferentes ritmos e intensidade. Fernanda gemia, estava entregue, nem lembrava que tinha um marido e que ele estava ali assistindo ela se entregando ao prazer com outro macho. Beijei suavemente o seu clitóris, deixei ela sentir os meus lábios quentes e minha língua nele, fui explorando para leva-la ao máximo de prazer. Com meu dedo médio comecei a acariciar a sua bucetinha, com o meu dedo indicador fui explorando o seu cuzinho. Enfiei um dedo no cuzinho e o outro na bucetinha, Fernanda amolecia cada vez mais e eu sentia o seu peso cedendo, sua respiração ficando mais ofegante, um misto de prazer e lamúria, seu sorriso cada vez mais denunciava que aquele momento estava sendo maravilhoso, que ela queria sentir muito mais prazer independente da forma que fosse.

Fiz questão de tentar retribuir todo o prazer que Fernanda havia me proporcionado, chupei sua bucetinha, chupei os seus peitinhos, explorei os seus mamilos, beijei sua boca com intensidade, acariciei todo o seu corpo com as minhas mãos e língua, senti ela se contorcendo e certamente revirando os olhos quando chupei o seu cuzinho, enfiei minha língua nele, degustei Fernanda sem moderação, como havia desejado desde o período da manhã, quando a vi na “recepção” e ao longo da trilha com cada toque dela no meu corpo. Seu tesão só aumentava, ela me segurava pela minha cabeça ora pressionando contra o seu corpo, ora relaxando e sentindo minha língua a invadindo, porém no meu ritmo. Com essas carícias Fernanda foi ficando com as pernas vacilantes, estremecia as pernas até que não aguentou e gozou intensamente, gemendo, me segurando com força, com respiração ofegante. Sem deixar ela se recuperar muito segui beijando ela carinhosamente seu pescoço, sua boca e perguntei se ela achava que os atores dariam um final melhor que o filme de ontem. Ela, sem falar nada, só com um sorriso cínico, pegou meu pau com uma mão, com a outra pegou uma toalha que estava pendurada e me puxou pelo meu pau até o meu quarto.

Secamos o corpo um do outro e nos jogamos na cama. Depois de uma manhã de trilha com toques e provocações era hora de saciar nossa sede de sexo de forma mais intensa. Partimos direto para um 69, eu queria, ao mesmo tempo, sentir aquela bucetinha lisinha e inchada na minha boca e sentir a boca dela engolindo meu pau e chupando as minhas bolas. Ela não estava saciada, queria me chupar mais, quem sabe quisesse ainda matar a vontade que sentiu no dia anterior, afinal foi naquela cama que ela tinha visto aquele pau delicioso, grosso, duro e todo meladinho pela primeira vez. Foi mais um momento de tesão que exploramos sem ter pressa, só sentindo os nossos corpos contar os seus segredos um para o outro. Não notamos Flavio entrar no quarto e ele não fez questão de ser notado presente, em algum momento o vimos por ali novamente com o pau na mão mais uma vez se punhetando, apenas como um voyeur. Fernanda estava concentrada em mamar mais e se exibir menos para o seu corninho. Minha língua invadia o mais fundo possível a sua bucetinha ora o seu cuzinho Fernanda jogava o rabo para trás para se sentir ainda mais preenchida. Em contrapartida engolia com mais volúpia minhas boas e meu pau e discaradamente insinuava um beijo grego. O tesão foi aumentando e a vontade de enfiar a minha vara bem fundo na bucetinha de Fernanda já estava chegando ao limite. Sem pudor nenhum pedi que Flávio abrisse o guarda roupa e pegasse na gaveta superior um estojo, que sempre carrego, com lubrificante e camisinhas. Flávio não hesitou, prontamente atendeu o meu pedido e em segundos estava com a cartela de camisinhas na mão. Fernanda o vendo com as camisinhas pediu para que ele desse uma para ela, agradeceu a gentileza do seu maridinho, tirou a camisinha da embalagem pegou o meu pau bateu uma punhetinha e em seguida foi colocando a camisinha, desenrolando ela todinha no meu pau, olhando para o seu amado e sorrindo.

Montou em mim, ajeitou meu pau na portinha da sua bucetinha e olhando para o seu corninho, que assistia tudo atentamente, foi deslizando a minha vara grossa buceta adentro bem devagar. Ela queria tornar aquele momento infinito e memorável na cabeça do seu corninho. Desceu até sentir a vara toda enterrada, parou, suspirou, me olhou com um sorriso se apoiou no meu peito e começou a quicar. Socava a sua bucetinha com vontade, com força em ritmos diferentes, quando parava, apoiava a sua cabeça no meu peito, rebolava suavemente só sentindo o meu pau quente, duro e grosso pulsando dentro dela. Queríamos foder e foder muito, mudamos para foder de ladinho. Soquei minha vara bem fundo e comecei a bombar. Flávio se posicionou para assistir tudo mais de perto, sentou na cama e ficou assistindo a sua esposinha ser invadida pela vara do seu novo amigo. Provavelmente ele por muitas vezes imaginou estar nesta posição, nas exatamente naquele lugar, mas oportunidades não se desperdiça. Fernanda mantinha as pernas bem abertas para que o seu corninho pudesse ver minha vara entrando e saindo de sua bucetinha. Gemia e perguntava para o seu maridinho se era assim que ele queria ver a esposinha dele? Eu socava com vontade, me exibia com as minhas estocadas pondo e tirando o meu pau quase todinho para ele ver a delícia de vara que a esposinha dele estava levando. Os seios de Fernanda enchiam uma de minhas mãos, em um momento um seio, em outro momento o outro seio, eu os acariciava passando os meus dedos nos biquinhos, segurando firme. Fodemos um tempo assim até nos satisfazermos, queríamos aproveitar o máximo, sentir tesão e compartilhar tesão de forma direta e indireta, ou seja, com Flavio curtindo ser corninho, assistindo Fernanda e eu cheios de tesão.

Coloquei Fernanda de 4, queria sentir a minha vara toda socada naquela bucetinha deliciosa e apreciar aquele lindo rabo rebolando gostoso, queria fazer um anal com ela, com o seu maridinho assistindo a tudo ali bem de pertinho, afinal sou fã de anal, não poderia perder aquela oportunidade e sentir ela gozando pelo cuzinho com a minha vara pulsando dentro dela. Coloquei Fernanda de 4, abri as suas pernas e ali tinha a visão do paraíso. Me encho de tesão quando vejo uma mulher de 4 com a bucetinha e o cuzinho bem à vontade, se exibindo, fazendo um convite seja piscando o cuzinho ou com a bucetinha toda melada. Pedi para que Flávio pegasse outra camisinha, ele mais uma vez se apressou em pegar e ficou assisto eu colocá-la na minha vara. Posicionei meu pau na entrada da bucetinha de Fernanda e fui invadindo, devagar, como eu gosto, sentindo ela contraindo e relaxando a cada centímetro que meu pau invasor entrava. Fernanda me olhava, revirava os olhos e mordiscava os lábios, Flávio se posicionou para continuar assistindo tudo bem de pertinho.

Depois que cheguei bem no fundo fiz uma pausa senti meu pau bombando e Fernanda mastigando minha vara. Era uma sensação deliciosa e que dava muito tesão, veio o sorriso de cumplicidade entre nós dois, conduzi Fernanda para uma leve rebolada, ela me acompanhou e nosso tesão só foi aumentando. Se continuássemos naquele ritmo gozaríamos em algum momento, estava uma delícia, mas o que queríamos mesmo era foder. Segurei Fernanda pela cintura e comecei a socar em ritmo acelerado, com força e o mais fundo que podia. Fernanda retribuía empurrando o seu rabo para trás, rebolava, movimentava a cabeça jogando o cabelo para trás, empinava a raba o máximo que conseguia, as vezes se apoiava com os braços na cama as vezes com as mãos. Comecei a acariciar o seu cuzinho ao mesmo tempo que fodia a sua bucetinha. Fernanda com voz manhosa falou para Flávio que o tarado do amigo dele estava provocando a esposinha dele e parecia estar louco para comer o cuzinho dela, perguntou se ela podia dar o cuzinho para ele e se ele iria deixar aquele safado comer ela do jeito que ele quisesse. Flávio respondeu com voz de corninho manso com um - cê que sabe amor!

Não esperei a continuação da provocação, tirei meu pau da bucetinha e comecei, chupar aquele cuzinho, afinal chupar um cuzinho é uma das maiores iguarias deste mundo, se não a melhor. Passei minha língua em volta do cuzinho de Fernanda, com meus lábios chupava como se fosse a última iguaria da minha vida, socava minha língua o mais fundo que conseguia. Fernanda se contorcia e gemia eu a segurei firme, fique dando um belo trato naquele cuzinho até que senti ela gozar. Sentir uma mulher gozando pelo cuzinho é um dos maiores, senão o maior prazer que eu sinto quando estou transando. Dei a ela uma pausa para se recuperar, estava sentindo ela bem relaxadinha, já toda entregue, cheia de tesão, então comecei a pincelar a minha vara no cuzinho de Fernanda. Ela contraia e relaxava aquele anelzinho delicioso, posicionei a cabeça da minha vara na portinha do cuzinho, a peguei pelo cabelo e disse para ela ir socando o cuzinho na minha vara.

Deixei que ela conduzisse a penetração, afinal encarar um pau grosso no cuzinho não é para qualquer uma. Deslizar para dentro com calma faz com que as mulheres se sintam mais seguras, pelo menos na primeira vez, depois de tudo dentro é só se divertir. A cabeça do meu pau entrou com facilidade e eu senti aquele cuzinho apertadinho relaxando cada vez mais a medida que minha vara ia mais fundo. Fernanda estava consciente do que queria, queria sentir minha vara toda socada no seu cuzinho e queria se divertir muito nela. Quando a primeira metade o meu pau já estava todo enterrado, Fernanda, com voz manhosa e provocativa, falava ai que delícia amor e repetidas vezes perguntava para Flávio, - foi tudo amor, fui tudo amor? Flávio não respondeu oralmente, só balançava a cabeça, ficou boquiaberto e se punhetando, assistindo a minha vara entrar no cuzinho da sua esposa. Com o pau todo dentro o que Fernada e eu queríamos era foder, fomos encaixando nossos ritmos, Fernanda fudendo o meu pau com o seu cuzinho e eu retribuindo, a segurando pelo cabelo e fudendo o seu cuzinho como ela demonstrou estar gostando. A essa altura, sentia o corpo de Fernanda bem relaxado e em um curto espaço de tempo ela gozou forte, de forma intensa e prolongada. Eu adoro quando uma mulher goza intensamente especialmente se for pelo cuzinho, com o meu pau todo encaixado. Fernanda se esparramou pela cama, deitei por cima dela e a abracei, senti o seu corpo bem quente e transpirando não hesitei em passar a minha língua e sentir o sabor daquela fêmea cheia de tesão. Ficamos um tempo assim, curtindo aquele momento.

Flávio anunciou que estava com fome e pensando em pedir uma pizza, balançamos a cabeça aprovando a ideia e ele quis saber qual sabor etc. Não demos importância para isso, Fernanda disse você escolhe amor e eu a segui quase que com a mesma frase, você escolhe Flávio! Não tínhamos ideia de que horas eram, mas felizmente a pizza não demorou a chegar, até que ela chegasse Fernanda e eu ficamos acariciando um ao outro ela apertando e punhetando o meu pau duro e eu a bucetinha e os peitinhos dela. Na cozinha e na suposta sala de estar não havia mesa, tampouco cadeiras, sendo assim Flávio foi até a cozinha e trouxe pratos, talheres e copos, comemos por ali mesmo.

Depois que terminamos o jantar a conversa seguiu tranquila, perguntei se Flavio tinha gosta de assistir a sua amada em outra vara ele respondeu que tinha adorado e ainda estava cheio de tesão precisava gozar novamente. Não tinha vergonha alguma de mostrar a sua excitação assistindo a sua amada na vara de outro. Fernanda disse que havia gostado de como tudo foi acontecendo de forma muito natural, se sentiu à vontade, sem vergonha agradeceu a cumplicidade do marido gostou de como tudo foi conduzido sem forçar a barra, só deixando as coisas acontecerem.

A conversa seguiu no mesmo ritmo das trocas de carícias entre Fernanda e eu e, em algum momento ela já estava toda encharcada e eu com o pau além de duro, babando novamente, Flávio, pra variar, se punhetava. Fernanda pediu para Flávio mais uma camisinha e iniciamos mais uma sessão de foda, começando com Fernanda em posição de franguinho assado. Era uma delícia invadir aquela bucetinha naquela posição, eu falava para ela olhar para o meu pau, sentir e ver ele entrando até o fundo da bucetinha dela. Flávio estava suportivo, perguntava para Fernanda se estava gostoso sentir o pau do novo amigo na bucetinha. Fomos mudando de posição com ela sentada nas minhas coxas, adoro foder assim e sentir o peso da mulher socando a bucetinha ou o cuzinho na minha vara. Depois Fernanda ficou deitadinha de costas, coloquei um travesseiro por debaixo do seu quadril para que o seu rabinho ficasse empinadinho e fui bem fundo com a minha vara na sua bucetinha. Mudamos para ela de frente pra mim, sentada nas minhas coxas e fodendo gostoso. Beijando o pescoço e cochichando no ouvido de Fernanda pedi mais uma rodada de cuzinho. Ela só respondeu me abraçando forte, cochichando no meu ouvido e sorrindo, - seu tarado safado. Dessa vez não pediu, só anunciou para Flavio que iria dar o cuzinho de novo para o amigo safado e tarado dele.

Fernanda estava muito safada, com o cuzinho totalmente relaxado foi sentindo a minha vara grossa entrar sem receios. O ritmo era menos intenso, porém mais degustativo, fodemos aquele cuzinho de forma deliciosa com ela, sempre que a posição era conveniente, mordiscando minha orelha e dizendo safadezas, pedindo para eu socar tudo, dizendo que meu pau era delicioso e tudo mais que passasse pela cabeça dela, dizia que queria sentir eu gozando dentro dela. Mais uma vez mudamos de posição, sem tirar o meu pau do seu cuzinho. Fernanda ficou novamente de 4, segurei a pelo cabelo, apoiei a outra mão no seu rabo, fui conduzindo a foda em ritmos variados até que senti ela em ebulição, começou a dizer que ia gozar, foi se entregando cada vez mais e explodiu em gozo, eu como estava a caminho continuei socando no mesmo ritmo, ela se desmanchou em orgasmos múltiplos, não gemia, urrava, se contorcia, porém eu a segurava firme.

Depois de algum tempo foi a minha vez, senti minha vara pulsando eu estava cheio de tesão e quase em transe, anunciei o meu gozo e ela descaradamente dizia goza meu macho, goza gostoso para a sua putinha. Gozei gostoso, sentimos minha vara pulsando e o tão desejado gozo acontecendo, eu estava com muito tesão meu gozo não parecia ter fim. Caímos na cama, eu sobre Fernanda, Flávio como um bom corninho só assistia e se punhetava, estava feliz por ter a sua fantasia realizada, ver a esposinha também feliz e saciada. Foi gentil, pegou a toalha para que nos limpássemos. As camisinhas estavam todas ao lado da cama, a última recheada com a minha porra. Quando estávamos mais relaxados e um pouco recompostos Flávio disse que o filme daquele dia tinha sido ótimo e já queria saber qual seria o roteiro do dia seguinte. Ela só sorriu safadamente, não tínhamos condições de pensar naquilo naquele momento. Todo corninho é ansioso, sempre está imaginando como será a próxima vez.

Continuamos Fernanda e eu deitados, abraçados, de conchinha, estávamos exaustos e logo adormecemos. Acordei sentindo a respiração de Fernanda na mesma sintonia que a minha. Estávamos cobertos, luz apagada e nenhum sinal de Flávio ao redor. Adormeci novamente sentindo o corpo quente de Fernanda colado ao meu e a sua respiração profunda.

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quinta-feira, 1 de maio de 2025

Rabinho delicioso.





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Homenagem a Cris Casadinha Parte 1. Assista agora!

Homenagem a Cris Casadinha Parte 1. Assista agora!
A Cris Casadinha é uma das visitantes que colabora com fotos safadas e vídeos no blog. Ela disse que sente muito tesão em homenagens e pediu que eu fizesse uma a ela. Este vídeo é a primeira parte da homenagem a ela. Agora é o seu momento de degustar! Clique na imagem e assista ao vídeo!

Imagina a alegria do corno assistindo ela engolir a vara do macho até o talo.

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